Quem somos

Uma marca nova, com quinze anos de história

A Westra nasce dentro da Werki Global Imports, para cuidar da infraestrutura das instalações hidráulicas.

A origem

Quinze anos importando aquecimento

Há mais de quinze anos a Werki importa e distribui no Brasil os aquecedores solares Warma e uma linha completa de soluções de aquecimento: caldeiras, trocadores de calor, pressurizadores, etc. Produtos que exigem rede hidráulica bem feita para funcionar como deveriam.

Foi trabalhando nessa ponta que a lacuna ficou evidente. O aquecimento chegava com qualidade, a tubulação nem sempre. A Westra é a resposta a isso: uma marca dedicada à infraestrutura das instalações hidráulicas, começando pela linha PPR.

A linha PPR é o começo. Outras famílias de produto já estão em desenvolvimento e serão anunciadas no seu tempo.

O nome

De onde vem “Westra”

O nome une o “WE” de Werki ao “STRA” da expressão alemã Systeme und Technologien für Rohrleitungen und Anlagen — Sistemas e Tecnologias para Tubulações e Instalações.

Não é acaso. A escolha registra de onde a linha veio e para o que ela serve: infraestrutura hidráulica, com padrão técnico europeu.

Como trabalhamos

Três decisões que definem a operação

Importação direta

Trazemos do fabricante, sem intermediário. Isso define o preço e também o padrão do que entra no estoque.

Duas unidades

Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul, e Jaguaruna, em Santa Catarina. Juntas atendem o país inteiro.

Foco em revenda

Trabalhamos com lojas de material de construção, distribuidores e instaladores, não com o consumidor final.

A fábrica

Onde a linha Westra é produzida

A Westra não trabalha com fornecedor de ocasião. A linha PPR sai de um único parque fabril, em operação há mais de vinte anos, que produz para mais de 40 países sob marcas regionais e globais — e que, por isso, precisa atender ao mesmo tempo às exigências de mercados como Alemanha, Espanha e Reino Unido.

Na prática: o tubo que chega à sua loja sai da mesma linha, com a mesma matéria-prima e o mesmo processo de um tubo que vai para a Europa. Não existe versão econômica para exportação.

Galpão de injeção da fábrica que produz a linha PPR Westra
Linha de injeção de conexões. A mesma planta produz tubos de DN20 a DN200.
+20 anosde operação
30.000 m²de área fabril
+200máquinas automatizadas
10.000 tde capacidade por ano
+40países atendidos

Engenharia

Não é fábrica de cópia

A planta mantém centro de pesquisa próprio, com 544 m² e doze engenheiros dedicados, e acumula mais de 60 patentes. É a diferença entre uma fábrica que desenvolve produto e uma que copia molde de terceiro — e aparece no encaixe da conexão, na tolerância dimensional e na repetibilidade entre lotes.

Processo

Do grânulo ao tubo, sem etapa manual

A produção é automatizada de ponta a ponta, e o controle não fica para o fim: acontece dentro da linha, enquanto a peça está sendo feita. São mais de 50 equipamentos de ensaio distribuídos pelo processo.

01

Resina conferida na entrada

Os grânulos passam por ensaio de laboratório antes de entrar na linha. A matéria-prima é a PPR da sul-coreana Hyosung.

02

Extrusão e calibração

O tubo é extrudado com parede de espessura uniforme, depois calibrado e resfriado em dimensão controlada.

03

Medição com a linha rodando

Sensor a laser acompanha diâmetro e espessura durante a extrusão. Desvio é corrigido na hora — não no lote seguinte.

04

Marcação a laser

Cada tubo recebe marcação permanente com código de identificação. Isso é rastreabilidade: dá para saber de que lote veio a peça que está na parede.

05

Recozimento

Aquecimento e resfriamento controlados para aliviar tensões internas do material. Etapa que PPR barato costuma pular — e é ela que evita deformação e trinca com o tempo.

06

Corte, tampa e embalagem

Corte automático no comprimento, tampas nas pontas e embalagem em linha, com mínima manipulação da peça.

Nas conexões, o processo inclui ainda a inserção do bucim de latão dentro do molde — a peça metálica é envolvida pelo plástico durante a injeção, e não rosqueada depois. É o que segura o torque na hora da instalação.

Braço robótico retirando conexões de PPR do molde
Injeção automatizada: a peça sai do molde sem contato manual.
Sensor a laser medindo o diâmetro do tubo de PPR durante a extrusão
Medição de diâmetro e espessura durante a extrusão.

Normas e certificações

O que o produto atende

Norma técnica não é selo de marketing: é o que define espessura de parede, pressão de trabalho e comportamento do material ao longo do tempo. Estas são as referências da linha Westra.

Tubos
ISO 15874-2   DIN 8077   DIN 8078
Conexões
ISO 15874-3   DIN 16962
Brasil
ABNT NBR 15813 — norma brasileira para sistemas de tubulação em PPR.
Gestão da fábrica
ISO 9001 qualidade   ISO 14001 meio ambiente   ISO 45001 saúde e segurança
Auditorias
A planta é auditada e certificada por organismos como DVGW (Alemanha), AENOR (Espanha) e WRAS (Reino Unido) — exigências dos mercados que ela atende.

A fábrica fica longe. A responsabilidade, não.

Quem especifica, importa, estoca e responde pelo produto no Brasil é a Westra. Deu problema, o interlocutor é daqui — não existe repassar a responsabilidade para o outro lado do mundo.